A Bela e Tranquila MORRETES

Morretes está situada no Litoral Paranaense, estendendo-se da encosta da Serra do Mar para o leste e limitando-se ao oeste com os municípios de São José dos Pinhais, Piraquara e Quatro Barras; ao norte com o município de Campina Grande do Sul; ao nordeste com o município de Antonina e a Baía de Paranaguá; ao leste com Paranaguá e ao sul e sudeste com o município de Guaratuba.

A Fronteira oriental de Morretes fica a cerca de 35 km do mar. Todas as divisas municipais são formadas por acidentes geográficos, ao norte e oeste pelos espigões das Serras dos "Órgãos", da "Graciosa", do "Marumbi" e da "Farinha Seca", no sudeste pelas serras da Igreja, das "Canavieiras" e da "Prata".

No sudeste é o rio Arraial, numa altitude de cerca de 800 m que forma o limite do Município, e com Antonina e Paranaguá são os rios "Sapetanduva" e "Jacareí" os acidentes limítrofes.

A fundação de Morretes data de 1721, quando o Ouvidor Rafael Pires Pardinho determinou que a Câmara Municipal de Paranaguá demarcasse 300 braças em quadra no local onde seria a futura povoação de Morretes, para, em 31 de outubro de 1733 a mesma Câmara determinar a demarcação das terras. O primeiro morador da região foi o senhor João de Almeida, em meados do século XVIII mudou-se para o povoado de Morretes, o Capitão Antonio Rodrigues de Carvalho e sua mulher, dona Maria Gomes Setúbal, construindo ali uma capela sob a invocação de Nossa Senhora do Porto e Menino Deus dos Três Morretes.
A fundação de Morretes data de 1721, quando o Ouvidor Rafael Pires Pardinho determinou que a Câmara Municipal de Paranaguá demarcasse 300 braças em quadra no local onde seria a futura povoação de Morretes, para, em 31 de outubro de 1733 a mesma Câmara determinar a demarcação das terras.

O primeiro morador da região foi o senhor João de Almeida, em meados do século XVIII mudou-se para o povoado de Morretes, o Capitão Antonio Rodrigues de Carvalho e sua mulher, dona Maria Gomes Setúbal, construindo ali uma capela sob a invocação de Nossa Senhora do Porto e Menino Deus dos Três Morretes.

Pela Lei Provincial nº 16, de 01 de março de 1841, foi elevada à categoria de Município, sendo desmembrado do de Antonina e instalado solenemente a 05 de julho de 1841. A 24 de maio de 1869, pela Lei Provincial nº 188, passou a denominar-se Nhundiaquara e recebe os foros de Cidade, mas em 07 de abril de 1870, pela Lei nº 227, voltou a denominar-se Morretes.




Gastronomia, Belo Artesanado e Paisagens para não esquecer...
Berço do mais tradicional prato típico paranaense, Morretes é um convite a comer bem sem gastar muito. O restaurante do Hotel Nhundiaquara conta com a melhor estrutura para atendimento da cidade e o melhor e inigualável Barreado.

Em suas barracas no centro da cidade podem-se degustar um gostoso pastel de banana ou uma tapioca no capricho, além de balas de banana e gengibre, típicos da região.
Não deixe também de
experimentar a famosa
cachaça de Morretes!
Imperdível!
O Artesanato é outra atração a parte, pois conta com uma infinidade de produtos, entre eles esculturas em madeira, bijuterias e outros ornamentos, roupas, toalhas de renda e outras milhares de opções de lembrança e presentes.

Tudo a um preço compatível com o bolso do brasileiro.
Fonte: www.morretes.pr.gov.br (clique ao lado e conheça mais)

Consulte também:
http://www.ecoviagem.com.br/hotel-hospedagem/parana/morretes/nhundiaquara-hotel-e-restaurante.asp